Cientistas da Universidade de Varsóvia fazem parte de uma equipa internacional que examinou as migrações no Império Romano

06.02.2024
fot. Pinterest

Uma equipa internacional de pesquisadores coordenada pelos cientistas da Universidade de Stanford, cujos membros são o Prof. Arkadiusz Sołtysiak e o Prof. Tomasz Waliszewski, da Faculdade de Arqueologia da Universidade de Varsóvia (UW), examinou e determinou a extensão e as consequências da migração na bacia do Mediterrâneo e na Europa Central durante o Império Romano. A pesquisa foi publicada na revista “eLife”, informa a Universidade de Varsóvia.

Os resultados da pesquisa do ADN lançam uma nova luz sobre a história populacional da Europa no primeiro milénio d.C.

Uma equipa de cientistas sequenciou 204 novos genomas de 53 sítios arqueológicos em 18 países. A grande maioria das amostras provém de indivíduos enterrados durante o auge do Império e dos seus herdeiros políticos entre os séculos I e VII d.C. Pelo menos 8% dos indivíduos estudados não eram provenientes das áreas onde foram enterrados.

Este indicador relativamente baixo sugere uma migração limitada de pessoas entre regiões do mundo naquela época.

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https://elifesciences.org/articles/79714


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